sábado, 12 de novembro de 2016

Resenha de filme: We are still here (Ainda estamos aqui) – 2015

Não contém spoiler

Sinopse


Nos campos frios e invernais da Nova Inglaterra (EUA), uma casa velha acorda a cada trinta anos - e exige um sacrifício.

Depois que seu filho adolescente morreu em um acidente de carro, Paul (Andrew Sensenig) e Anne (Barbara Crampton) mudam-se para a paisagem calma de Nova York para tentar começar uma nova vida para si. Mas o casal, ainda muito abalado, sem saber, torna-se presa de uma família de espíritos vingativos que residem em sua nova casa, e em pouco tempo eles descobrem que a cidade aparentemente pacífica em que se mudaram está escondendo um segredo terrivelmente escuro. Agora eles devem encontrar uma maneira de superar sua tristeza e lutar contra os vivos e mortos como os fantasmas maliciosos ameaçam puxar suas almas – e a alma de seu filho perdido - no inferno com eles.
2015 Terror 1h 24m
Filme dirigido por Ted Geoghegan
Roteiro por Ted Geoghegan e Richard Griffin
Elenco: Barbara Crampton como Anne Sacchetti, Andrew Sensenig como Paul Sacchett, Lisa Marie como May Lewis, Larry Fessenden como Jacob Lewis, Monte Markham como Dave McCabe (esses são os principais).

Avaliação


O filme foi bem recebido pela crítica americana que elogiou pela inteligência e rapidez nos acontecimentos e porque oferece um novo olhar nas estruturas familiar (algo assim), porém em minha opinião, o filme deixa muitas lacunas abertas como, por exemplo, não explicaram direito a história da casa, porque que o local é amaldiçoado — talvez a explicação seja uma praga que assolou a cidade (como aconteceu no filme “O chamado” com os cavalos e a culpa sobrecaiu na menina de cabelos pretos), só que eles deviam explicar melhor. Ao fim do filme tem uma explicação meio meia boca, achei que deveriam ter colocada em forma de falas, documento na mão de personagem, algo mais concreto. Por isso, acho que é um filme mais para causar sustos, com cenas bem trash.

Quando assisti não sabia que era um filme tão recente, tinha cara de filme velho devido as cores serem neutras, eu não sabia ainda que ele se passava em 1979 (informação wikipédia americana), desconfiei pelos cortes de cabelo e as roupas meios anos 80 da caracterização dos personagens que tem mais de 50 anos de idade; a década foi escolhida também para dar essa aura de desconhecido e não precisar ter que ouvir questionamentos do tipo: “Porque não procuro na internet? Podia ter evitado”.

É usado a temática de “casa mal assombrada” que é uma receita bem démodé, mas que ainda funciona para produzir filmes de terror, não é nada original.

Com quatro cenários: casa, estrada, bar e pedaço da cidade. O filme depende da interpretação dos atores mesmo. Achei as “criaturas” muito feias, no sentido de não assusta, parece coisa de filme de baixo orçamento.

No final, vocês descobrem que a Anne (Barbara Cramptom) não é tão louca assim, e é exatamente por isso que acontece o terror, na cena final, bem nos últimos segundos.
Resenha

O casal Sacchetti, vivido por Barbara e Andrew, não tem muita química e não há espaço para muito romance, até porque o filme é muito curtinho.

Anne (Barbara) convida um casal de amigos, os Lewis, que levam o filho e a namoradinha dele — estes últimos não ficam nem uma cena direito no filme —, hippies do tipo que freqüentaram o Woodstock, que são sensitivos, para avaliar a casa, porque Anne acredita sentir a presença constante do filho Bobby. Filho este que morreu num acidente.
Interpretação

Agora chega, não vou contar mais nada, vou falar de Larry Fassbender que é uma versão menos famosa e mais estranha de Jack Nickolson (risos), eu achei até que ele seria ”a coisa” sabe? Mas não era ele não, quer dizer... vê lá gente. E, a Barbara Crampton que faz um papel coerente de uma mulher meio inerte e perturbada, ela com certeza é a estrela do filme. É uma atriz não muito conhecida, não assisti muitos filmes com ela, tenho aqui para assistir “As senhoras de Salem” e ela está no elenco.

Na verdade, o elenco deste filme é meio desconhecido. Andrew Sensenig (o marido de Anne), faz um personagem com pouca ênfase, no entanto é ele que fica com a fala que causa um medinho no final.

A atriz que interpreta May Lewis, amiga hippie, tem muitas plásticas no rosto, fica meio sem expressão, mas mesmo assim ela convence. Para quem gosta de um sustinho, um filme para distrair, para assitir com os amigos, é esse.

Nota: 7,5
Fotos: Portal Imdb
Sinopse: Portal Imdb

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