segunda-feira, 22 de maio de 2017

Crítica de fã: 12º temporada de Supernatural (Sobrenatural) e análise geral

Série de televisão americana da CW de fantasia e terror criada por Eric Kripke. 

Eu sou uma fã enlouquecida de Supernatural. Amo TODOS os personagens. A partir da 5º temporada a série parecia cansada, parecia não ter mais o que fazer, e os fãs vinham desanimando, suspeitando de uma perda de fôlego. 

Porém, eu e mais uma porção de fanáticos não desistimos, e ainda bem que não. A partir da 7º temporada, com os leviatãs, a série deu uma guinada, investiu em novos personagens, trouxe questões mais delicadas como o amor de Sam e Dean, atribuiu leveza definitiva ao Dean (Jensen Ackles), que no início era um personagem bruto e, as vezes, até vazio; deu uma ar de aspereza ao Sam (Jared Padalecki), tornando os dois cada vez mais reais e dotados de sentimentos.

Imagem da internet
E no decorrer da série, até a 11º temporada, nos despedimos de dezenas de personagens, é verdade, como Jo e a Ellen Harvelle, John Winchester, Bob Singer; mas ganhamos Castiel, Rowena, Sheriff Donna Hanscum, Jody Mills, família Banes, Mary, homens de letra, Abaddom, Lucifer, Crowley, Kelly Kline... pois é, a série cresceu de novo. 

Na 12º temporada, a última que foi lançada e que terminou nessa semana sendo assunto no trend topics do twitter mundial, a história volta as raízes, Dean  e Sam  contra o mundo, agora tendo que recuperar laços familiares, resolver questões antigas acerca de sua mãe que tem dificuldade em ver naqueles dois marmanjos seu bebezinho de colo e o pequeno de 4 anos. Os homens de letras que não largam do pé deles e um bebé demoníaco que está para nascer. Castiel ainda está um pouco perdido, sem saber direito seu lugar no mundo ou seu lugar dentro da família Winchester. 

Este é o nefilim que aparece ao final da 12º temporada
Foi na 12º temporada também, que descobri porque trouxeram a Mary (Samantha Smith) de volta, numa cena épica dela na solitária numa atuação fantástica com o Ketch (David Haydn-Jones) no episódio "Theres something about Mary" (Titulo que dá nome a um filme com a Cameron Dias).

O episódio que mais gostei foi o "Regarding Dean", conhecemos um pouco mais da história de vida da bruxa Rowena e a cena final, que é um flashback do Dean em cima de um touro mecânico, tem trilha sonora para deixar a cena mais comovente, cuja a letra relata bem o que aconteceu com o Dean, que perde a memória e, por algumas horas, pôde viver a vida de verdade, sem responsabilidades, mágoas e mentiras até recuperar a memória  e despertar, voltando a realidade nua e crua. A música é "Broomstick Cowboy" de Bobby Goldsboro, segue abaixo a tradução de um trecho:

"Sonho enquanto pode
De grandes sapos verdes
E cachorrinhos
E castelos na areia
Pois, muito em breve você vai despertar
Seus brinquedos, todos terão ido
Seu cavalo vassoura partirá
Para encontrar uma outra casa
E você vai ter crescido em um homem
Com cowboys de seu próprio
E então você tem que ir para a guerra
Para tentar salvar sua casa
E então você vai ter que aprender a odiar
Você vai ter que aprender a matar
Tem sido sempre assim, meu filho" 

E, obviamente, a 12º temporada, trouxe um aura mais macabra semelhante as primeiras temporadas, destaco o episódio "Celebrating the Life of Asa Fox" e "The future"

E no final, nos dois últimos episódios ("Who are you" e "All along the watchtower finale"), como senão bastasse, nos despedimos de mais um monte de personagens DE NOVO, nem vou comentar para não sofrer mais que já sofri, só vou dizer que nunca concordarei com a morte do Vampiro Alpha e de todos os outros no decorrer da temporada. 

Algumas questões ficam no ar para a 13º temporada: 
Onde está Chuck?
Cadê o anjos?
Como resgatarão Mary?
Como derrotar o nefilim?
O plano de tentar tirar  "graça" do nefilim foi para o poço?
etc...
Vamos aguardar mais um Carry on wayward son...


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