quarta-feira, 22 de março de 2017

O que rolou no 2° Salão do Intercâmbio de Vitória (2017)

No sábado (18) aconteceu o 2° Salão do Intercâmbio de Vitória, no Sheraton Vitória Hotel, um hotel bapho super chique daqui de Vitória que fica localizado na rua ao lado do MC Donalds perto do Shopping Vitória. O evento começou às 14h e foi até às 18h lotado. Sim, estava muito cheio, tinha momentos que nem dava para se mexer.

A feira é organizada através da parceria das principais agências de intercâmbio CI, Experimento, IE e World Study, que levou para a feira agências de turismo , escolas e faculdades estrangeiras, com 26 estandes que estavam apostos para tirar dúvidas dos visitantes. 

Aliás, houve duas palestras sobre intercâmbio e a vida lá fora. A primeira ministrada por Fred Morais, representante da Into, com a temática “Como fazer sua Universidade nos EUA e Inglaterra” e a segunda palestrante, Ana Azevedo, representante da New Zealand Education com o tema “Conheça as várias oportunidades que a Nova Zelândia tem a oferecer”. Ambas com 1h de duração. 

Falando em Nova Zelândia, o estande estava impossível de se aproximar, a fila parecia que crescia a cada minuto. Fiquei muito interessada no Canadá (Vancouver) e Paris, esses dois lugares são muito atraentes, tanto no valor quanto na obtenção de visto (a França nem precisa de visto se você for ficar só por três meses).


Em conversa com a organizadora Glicer Dável, uma mulher muita simpática, antenada e muita a frente do seu tempo disse que o intercâmbio é uma ótima oportunidade para sair da zona de conforto, encontrar a independência, aprender que nem tudo sairá do jeito como se imaginava “Outro fator é a convivência com pessoas de outros países. Por isso, a maioria das pessoas busca programa de longa duração, ao invés de fazer um curso de um mês ou dois, ainda se tem muita procura, porém a procura maior é por cursos de longa duração onde você tem permissão para trabalhar” acrescenta.

Ainda perguntei a Glicer Dável por que, na opinião dela, mesmo com o país em crise as pessoas ainda compravam pacotes de intercâmbio: "A gente percebe que as pessoas conseguem ver o intercâmbio ou um curso no exterior como um fator para agregar no currículo profissional. Atualmente, se você pensar que falar inglês e ter uma pós graduação, um MBA, ter conhecimento na área de tecnologia não é diferencial, foi há 30 anos atrás. Nenhuma empresa vai te dar um texto que tenha palavras inglês e você vai falar que não sabe. Isso é extremamente importante” completa.


Glicer Dável, diretora da World Study Vitória é organizadora do evento



Além disso, entrevistei uma menina fofíssima, Sarah, que estava acompanhada do pai e da amiguinha Laíssa, que quer ir para a Coréia e pretende estudar artes cênicas no exterior (vejam só, jurava que ela ia falar Disney). 

E um jovem estudante do ultimo período de engenharia mecânica, Daniel Poncio, que já fez dois intercâmbios, um em Vancouver pela agência Ilac, para estudar inglês e o outro para os Estados Unidos pelo programa Ciências sem Fronteiras (CsF) na universidade Colorado State University onde cursou graduação sanduíche (metade no país de origem e metade no país de destino) e esta indo para o terceiro intercâmbio. 

Você pode conhecê-los acessando e assistindo ao vídeo abaixo, que é o primeiro vídeo do canal, o áudio não é dois melhores, mas foi feito com amor. Tem muita informação legal e o que aconteceu na feira.



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